Busca de ...
Mapeando a diversidade de acervos brasileiros
Mapeamento
Mapeamento das Coleções Etnográficas no Brasil

É uma iniciativa do Comitê de Patrimônios e Museus da ABA – Associação Brasileira de Antropologia, em rede com universidades e museus brasileiros.

Busca de ...
Buscas por classificações

Aqui você localiza acervos cadastrados por todo o pais, fazendo buscas pelo nome ou pela classificação das coleções por região geográfica, tipologia, suporte material ou tipo de instituição.

Busca de ...
Museu Afro-Brasileiro de Sergipe

Conhece esse museu? Ele tem como objetivo pesquisar, preservar e mostrar por meio através de sua exposição permanente de longa duração e as temporárias, atrações marcantes da história de Sergipe, no período da monocultura canavieira. Foi o O primeiro museu montado especialmente para o estudo da presença do negro na formação do povo brasileiro

Busca de ...
Novos olhares, saberes e práticas

Reflexões sobre experiência de pesquisa-extensão no Museu Théo Brandão de Antropologia e Folclore. O presente trabalho é fruto do entrelaçamento de atividades desenvolvidas no Museu Théo Brandão, entre os anos de 2017 e 2020.

Busca de ...
Reunião no Museu da República

Depois de anos de espera, desde 2018, pela primeira vez nossa equipe se encontrou presencialmente, para uma reunião cheia de informações e abraços. A reunião ocorreu no dia 31 de Julho de 2023 no Museu da República, no Rio de Janeiro.

next arrownext arrow
previous arrowprevious arrow

Ache Aqui!

ACESSANDO AS INSTITUIÇÕES E ACERVOS

O acesso às Instituições Mapeadas, Acervos e Coleções Etnográficas é feito acessando a aba “As Coleções” no menu principal, e depois clicando no subitem “Apresentação da Organização Geral do Acervo”.

O usuário poderá fazer buscas baseadas em:

  • Tipologias de Acervos ou Coleções,
  • os Suportes Materiais dos Objetos,
  • a Região das Instituições,
  • a Unidade da Federação das Instituições
  • ou por meio de um mapa interativo.

ALTERANDO CRITÉRIOS DE EXIBIÇÃO

Ao acessar a página das colecções, o usuário pode alterar a ordem e o critério de exibição da coleção em “Ordenar”.

O usuário também pode alterar a visualização da coleção entre diversos modos de exibição.


OS FILTROS DE BUSCA

Os Filtros servem para facilitar a sua busca dentro do repositório digital. No momento você poderá pesquisar por:

  • Localização da Instituição;
  • Perfil da Instituição;
  • Tipologia; Povos,
  • Comunidades e Segmentos Sociais;
  • Suporte Material ou
  • Órgãos de Patrimônio.

Fique por Dentro

Detentores

Sobre o Projeto

O projeto “Mapeamento das Coleções Etnográficas no Brasil” tem como proposta disponibilizar informações sobre coleções etnográficas de diversos grupos e segmentos sociais, como povos indígenas, afro-brasileiros, imigrantes, ciganos e também agricultores familiares, sertanejos, extrativistas e caiçaras, arte e cultura popular, entre outros.

Localizando os acervos

Nossa plataforma online apresenta a localização dessas coleções em museus, centros culturais e outros locais de memória em todo o país. Dessa forma, buscamos contribuir para o conhecimento dos detentores, promover políticas de democratização dos acervos, reparação histórica e fomentar iniciativas de pesquisa e acesso a esses objetos, suas histórias e significados.

@colecoesetnograficasbr
  • Lançamento do Almanaque Mapeco

Será realizado o evento de lançamento e encerramento da etapa CNPq do projeto Mapeamento das Coleções Etnográficas no Brasil.
O encontro marca a apresentação do Almanaque Mapeco, produto educativo desenvolvido no âmbito do projeto, que reúne pesquisa, memória e patrimônio cultural.

📌 Programação

🗓 25 de fevereiro
⏰ 15h — Abertura do evento e lançamento do Almanaque Mapeco

🗓 26 de fevereiro
⏰ 10h — Demonstração do Almanaque Mapeco e produtos educativos 
⏰ 14h — Visita técnica ao Museu de Folclore Edison Carneiro

📍 Informações gerais
📅 25 e 26 de fevereiro
🏛 Museu de Folclore Edison Carneiro
📚 Salão da Biblioteca Amadeu Amaral
📍 Rua do Catete, 179/181 — Catete, Rio de Janeiro (RJ)
  • INSCRIÇÕES ATÉ 20 DE JANEIRO! 
Coordenação: 
Adriana Russi T. Mello (UFF)
Lucia Hussak van Velthem (Museu Paraense Emilio Goeldi)

Resumo: As "coleções etnográficas", historicamente concebidas sob uma perspectiva eurocêntrica e associadas a contextos coloniais, estão sendo profundamente reavaliadas. Da formação original, marcada pela apropriação cultural, até as problemáticas de representação e restituição, emergem novos horizontes que impulsionam trabalhos colaborativos e transdisciplinares, reunindo antropólogos (as), museólogos (as), povos tradicionais e artistas. A decolonização dos museus é central nessa reorientação, e não se limita ao rearranjo de exposições, mas busca desmantelar narrativas hegemônicas, questionar a autoria do conhecimento e promover a partilha de poder. As coleções são compreendidas de forma multissensorial e holística, de dimensões espiritual, emocional, evocativa. A reconexão das pessoas às suas coisas é parte do processo de revitalização cultural e de conexão com o passado. Esse GT visa reunir trabalhos sobre saberes e fazeres nos museus que valorizem conhecimentos das populações tradicionais, ações de museologia colaborativa, reinvenção das práticas expositivas. Interessam relatos sobre a superação de resistências institucionais e a garantia da sustentabilidade dessas mudanças, bem como sobre as possibilidades do trabalho em rede entre instituições e comunidades, na tentativa de ampliar o alcance e a eficácia dessas iniciativas, evidenciando o potencial dos museus como espaços de (re) encontros, de diálogos e de construção de futuros mais inclusivos e justos.
  • ✨ Retrospectiva 2025 no ar! ✨

Confira os momentos que marcaram o Mapeamento das Coleções Etnográficas neste ano de muito trabalho, encontros e descobertas.

🚀 E vem mais por aí: em 2026 nossa plataforma estará no ar, ampliando acessos, diálogos e visibilidades!

🎉 Que venha um novo ano cheio de trocas, conquistas e caminhos abertos.

Feliz Ano Novo a todas e todos!

O Mapeamento das Coleções Etnográficas é uma ação do Comitê de Patrimônios e Museus da ABA- Associação Brasileira de Antropologia @aba_antropologia
  • ☆ Aconteceu no último sábado a pré-estreia do documentário "Tambor e Espontão: Negras Vozes do Rosário", na Casa de Cultura de Caicó, como parte do evento II Vozes do Rosário. 

O documentário integra as ações do projeto Mapeamento das Coleções Etnográficas no Brasil, que tem entre seus objetivos a difusão científica ampliada e a valorização do patrimônio cultural brasileiro. 

O filme apresenta o modo como tambores e espontões são a vida vida da Festa dos Negros do Rosário de Caicó, no Seridó potiguar. Preservar, nesse contexto, é manter o uso, é transmitir por gerações o toque e o passo aprendidos com os mais velhos. Uma etnografia de objetos que dançam, cantam e rezam com os Negros do Rosário. 

Realizado pela equipe do Mapeamento das Coleções Etnográficas no Rio Grande do Norte, com financiamento do Pró-Humanidades/2022 - CNPq e apoio do Departamento de Antropologia da UFRN, e dos grupos de pesquisa Navis e Cirs.

*Tambor e Espontão:Negras Vozea do Rosario*

Direção: Geslline Giovana Braga e Karolyny Alves
Edição: José Félix 
Câmera: Anderson Targino
Cacia Lívia 
Geslline Giovana Braga
Guilherme Viana 
Roteiro: Thiago Tião
Captação de som: Gilson Matheus
Produção: WúRà Produções Artísticas 
Arte de capa: Cacia Livia
Assistência de produção: Gilson Matheus
Arte de capa: Cacia Lívia
Motorista: Ademar Tavares Teixeira
Apoio: Navis - Núcleo de Antropologia Visual UFRN 
CIRS- Grupo de Pesquisa Cultura, Identidade e Representação
Realização: Mapeamento das Coleções Etnográficas no Brasil - Associação Brasileira de Antropologia 
Coordenação: Adriana Russi
Coordenação de Difusão: Geslline Giovana Braga 
Coordenação de Banco de Dados: Marco Brandão 
Chamada Pró-Humanidades CNPq - 2022
  • Nossa equipe não para! 
Nas próximas semanas teremos seminários internos da equipe de banco de dados, com o Professor Marco Brandão (UFF)
  • Nota de pesar
O Comitê de Museus e Patrimônio da Associação Brasileira de Antropologia expressa condolências pelo falecimento do antropólogo José Maria da Silva, em 12 de outubro de 2025.
Professor na Universidade Federal do Amapá, colega querido e competente, deixa um legado de trabalhos em prol da cultura popular e do patrimônio cultural da Amazônia. 
A todos os familiares e amigos, os nossos mais sinceros sentimentos.
  • "O Mapeamento das Coleções Etnográficas avança em todo o Brasil! 📑✨

Durante a visita de nossa equipe ao Museu Câmara Cascudo, em Natal (RN), a  restauradora Jailma Medeiros  @jailma.milton e nosso pesquisador Gilson Mateus @je_suis_gmateus demonstram como é simples e acessível o preenchimento da ficha do Mapeamento.

A nossa plataforma torna os acervos acessíveis aos detentores e pesquisadores.
  • A equipe do Mapeamento das Coleções Etnográficas no Brasil lamenta a morte da nossa articuladora em Minas Gerais, Lídia Maria Meirelles. 

Com formação interdisciplinar - graduação em Ciências Sociais, Mestrado em Educação e Doutorado em História atou como Coordenadora do Museu do Índio da Universidade Federal de Uberlândia por muitos anos. Teve trajetória docente em  instituições de educação superior de Uberlândia onde foi Secretária Municipal de Cultura (2001- 2003), Diretora de Cultura da UFU (1992-1996). Autora de livros e capítulos de livros sobre Etnologia e Museus.
 
Contribuiu de forma inestimável para o levantamento de museus e coleções etnográficas no Estado de Minas Gerais, onde sempre atuou. Nos deixou jovem, em 06/08/2025. Nossa gratidão a tudo que aprendemos com ela e nossos sentimentos aos familiares.
  • 🌿✨ Conheça os saberes indígenas sobre a Jurema Sagrada do povo Tapuia Tarairiú do Rio Grande do Norte.

Durante as aulas da Licenciatura Intercultural Indígena da UFRN, na Lagoa do Tapará (entre Macaíba e São Gonçalo), as estudantes e professoras indígenas Maria Luciene e Ednete nos mostraram os arbustos da Jurema Sagrada e compartilharam um pouco de sua sabedoria ancestral. 🌱

@liceii.ufrn 
#rnterraindígena #juremasagrada #povosindigenasdorn
Lançamento do Almanaque Mapeco

Será realizado o evento de lançamento e encerramento da etapa CNPq do projeto Mapeamento das Coleções Etnográficas no Brasil.
O encontro marca a apresentação do Almanaque Mapeco, produto educativo desenvolvido no âmbito do projeto, que reúne pesquisa, memória e patrimônio cultural.

📌 Programação

🗓 25 de fevereiro
⏰ 15h — Abertura do evento e lançamento do Almanaque Mapeco

🗓 26 de fevereiro
⏰ 10h — Demonstração do Almanaque Mapeco e produtos educativos 
⏰ 14h — Visita técnica ao Museu de Folclore Edison Carneiro

📍 Informações gerais
📅 25 e 26 de fevereiro
🏛 Museu de Folclore Edison Carneiro
📚 Salão da Biblioteca Amadeu Amaral
📍 Rua do Catete, 179/181 — Catete, Rio de Janeiro (RJ)
Lançamento do Almanaque Mapeco Será realizado o evento de lançamento e encerramento da etapa CNPq do projeto Mapeamento das Coleções Etnográficas no Brasil. O encontro marca a apresentação do Almanaque Mapeco, produto educativo desenvolvido no âmbito do projeto, que reúne pesquisa, memória e patrimônio cultural. 📌 Programação 🗓 25 de fevereiro ⏰ 15h — Abertura do evento e lançamento do Almanaque Mapeco 🗓 26 de fevereiro ⏰ 10h — Demonstração do Almanaque Mapeco e produtos educativos ⏰ 14h — Visita técnica ao Museu de Folclore Edison Carneiro 📍 Informações gerais 📅 25 e 26 de fevereiro 🏛 Museu de Folclore Edison Carneiro 📚 Salão da Biblioteca Amadeu Amaral 📍 Rua do Catete, 179/181 — Catete, Rio de Janeiro (RJ)
6 dias ago
View on Instagram |
1/9
INSCRIÇÕES ATÉ 20 DE JANEIRO! 
Coordenação: 
Adriana Russi T. Mello (UFF)
Lucia Hussak van Velthem (Museu Paraense Emilio Goeldi)

Resumo: As "coleções etnográficas", historicamente concebidas sob uma perspectiva eurocêntrica e associadas a contextos coloniais, estão sendo profundamente reavaliadas. Da formação original, marcada pela apropriação cultural, até as problemáticas de representação e restituição, emergem novos horizontes que impulsionam trabalhos colaborativos e transdisciplinares, reunindo antropólogos (as), museólogos (as), povos tradicionais e artistas. A decolonização dos museus é central nessa reorientação, e não se limita ao rearranjo de exposições, mas busca desmantelar narrativas hegemônicas, questionar a autoria do conhecimento e promover a partilha de poder. As coleções são compreendidas de forma multissensorial e holística, de dimensões espiritual, emocional, evocativa. A reconexão das pessoas às suas coisas é parte do processo de revitalização cultural e de conexão com o passado. Esse GT visa reunir trabalhos sobre saberes e fazeres nos museus que valorizem conhecimentos das populações tradicionais, ações de museologia colaborativa, reinvenção das práticas expositivas. Interessam relatos sobre a superação de resistências institucionais e a garantia da sustentabilidade dessas mudanças, bem como sobre as possibilidades do trabalho em rede entre instituições e comunidades, na tentativa de ampliar o alcance e a eficácia dessas iniciativas, evidenciando o potencial dos museus como espaços de (re) encontros, de diálogos e de construção de futuros mais inclusivos e justos.
INSCRIÇÕES ATÉ 20 DE JANEIRO! Coordenação: Adriana Russi T. Mello (UFF) Lucia Hussak van Velthem (Museu Paraense Emilio Goeldi) Resumo: As "coleções etnográficas", historicamente concebidas sob uma perspectiva eurocêntrica e associadas a contextos coloniais, estão sendo profundamente reavaliadas. Da formação original, marcada pela apropriação cultural, até as problemáticas de representação e restituição, emergem novos horizontes que impulsionam trabalhos colaborativos e transdisciplinares, reunindo antropólogos (as), museólogos (as), povos tradicionais e artistas. A decolonização dos museus é central nessa reorientação, e não se limita ao rearranjo de exposições, mas busca desmantelar narrativas hegemônicas, questionar a autoria do conhecimento e promover a partilha de poder. As coleções são compreendidas de forma multissensorial e holística, de dimensões espiritual, emocional, evocativa. A reconexão das pessoas às suas coisas é parte do processo de revitalização cultural e de conexão com o passado. Esse GT visa reunir trabalhos sobre saberes e fazeres nos museus que valorizem conhecimentos das populações tradicionais, ações de museologia colaborativa, reinvenção das práticas expositivas. Interessam relatos sobre a superação de resistências institucionais e a garantia da sustentabilidade dessas mudanças, bem como sobre as possibilidades do trabalho em rede entre instituições e comunidades, na tentativa de ampliar o alcance e a eficácia dessas iniciativas, evidenciando o potencial dos museus como espaços de (re) encontros, de diálogos e de construção de futuros mais inclusivos e justos.
1 mês ago
View on Instagram |
2/9
✨ Retrospectiva 2025 no ar! ✨ Confira os momentos que marcaram o Mapeamento das Coleções Etnográficas neste ano de muito trabalho, encontros e descobertas. 🚀 E vem mais por aí: em 2026 nossa plataforma estará no ar, ampliando acessos, diálogos e visibilidades! 🎉 Que venha um novo ano cheio de trocas, conquistas e caminhos abertos. Feliz Ano Novo a todas e todos! O Mapeamento das Coleções Etnográficas é uma ação do Comitê de Patrimônios e Museus da ABA- Associação Brasileira de Antropologia @aba_antropologia
2 meses ago
View on Instagram |
3/9
☆ Aconteceu no último sábado a pré-estreia do documentário "Tambor e Espontão: Negras Vozes do Rosário", na Casa de Cultura de Caicó, como parte do evento II Vozes do Rosário. 

O documentário integra as ações do projeto Mapeamento das Coleções Etnográficas no Brasil, que tem entre seus objetivos a difusão científica ampliada e a valorização do patrimônio cultural brasileiro. 

O filme apresenta o modo como tambores e espontões são a vida vida da Festa dos Negros do Rosário de Caicó, no Seridó potiguar. Preservar, nesse contexto, é manter o uso, é transmitir por gerações o toque e o passo aprendidos com os mais velhos. Uma etnografia de objetos que dançam, cantam e rezam com os Negros do Rosário. 

Realizado pela equipe do Mapeamento das Coleções Etnográficas no Rio Grande do Norte, com financiamento do Pró-Humanidades/2022 - CNPq e apoio do Departamento de Antropologia da UFRN, e dos grupos de pesquisa Navis e Cirs.

*Tambor e Espontão:Negras Vozea do Rosario*

Direção: Geslline Giovana Braga e Karolyny Alves
Edição: José Félix 
Câmera: Anderson Targino
Cacia Lívia 
Geslline Giovana Braga
Guilherme Viana 
Roteiro: Thiago Tião
Captação de som: Gilson Matheus
Produção: WúRà Produções Artísticas 
Arte de capa: Cacia Livia
Assistência de produção: Gilson Matheus
Arte de capa: Cacia Lívia
Motorista: Ademar Tavares Teixeira
Apoio: Navis - Núcleo de Antropologia Visual UFRN 
CIRS- Grupo de Pesquisa Cultura, Identidade e Representação
Realização: Mapeamento das Coleções Etnográficas no Brasil - Associação Brasileira de Antropologia 
Coordenação: Adriana Russi
Coordenação de Difusão: Geslline Giovana Braga 
Coordenação de Banco de Dados: Marco Brandão 
Chamada Pró-Humanidades CNPq - 2022
☆ Aconteceu no último sábado a pré-estreia do documentário "Tambor e Espontão: Negras Vozes do Rosário", na Casa de Cultura de Caicó, como parte do evento II Vozes do Rosário. O documentário integra as ações do projeto Mapeamento das Coleções Etnográficas no Brasil, que tem entre seus objetivos a difusão científica ampliada e a valorização do patrimônio cultural brasileiro. O filme apresenta o modo como tambores e espontões são a vida vida da Festa dos Negros do Rosário de Caicó, no Seridó potiguar. Preservar, nesse contexto, é manter o uso, é transmitir por gerações o toque e o passo aprendidos com os mais velhos. Uma etnografia de objetos que dançam, cantam e rezam com os Negros do Rosário. Realizado pela equipe do Mapeamento das Coleções Etnográficas no Rio Grande do Norte, com financiamento do Pró-Humanidades/2022 - CNPq e apoio do Departamento de Antropologia da UFRN, e dos grupos de pesquisa Navis e Cirs. *Tambor e Espontão:Negras Vozea do Rosario* Direção: Geslline Giovana Braga e Karolyny Alves Edição: José Félix Câmera: Anderson Targino Cacia Lívia Geslline Giovana Braga Guilherme Viana Roteiro: Thiago Tião Captação de som: Gilson Matheus Produção: WúRà Produções Artísticas Arte de capa: Cacia Livia Assistência de produção: Gilson Matheus Arte de capa: Cacia Lívia Motorista: Ademar Tavares Teixeira Apoio: Navis - Núcleo de Antropologia Visual UFRN CIRS- Grupo de Pesquisa Cultura, Identidade e Representação Realização: Mapeamento das Coleções Etnográficas no Brasil - Associação Brasileira de Antropologia Coordenação: Adriana Russi Coordenação de Difusão: Geslline Giovana Braga Coordenação de Banco de Dados: Marco Brandão Chamada Pró-Humanidades CNPq - 2022
4 meses ago
View on Instagram |
4/9
Nossa equipe não para! 
Nas próximas semanas teremos seminários internos da equipe de banco de dados, com o Professor Marco Brandão (UFF)
Nossa equipe não para! 
Nas próximas semanas teremos seminários internos da equipe de banco de dados, com o Professor Marco Brandão (UFF)
Nossa equipe não para! 
Nas próximas semanas teremos seminários internos da equipe de banco de dados, com o Professor Marco Brandão (UFF)
Nossa equipe não para! Nas próximas semanas teremos seminários internos da equipe de banco de dados, com o Professor Marco Brandão (UFF)
4 meses ago
View on Instagram |
5/9
Nota de pesar
O Comitê de Museus e Patrimônio da Associação Brasileira de Antropologia expressa condolências pelo falecimento do antropólogo José Maria da Silva, em 12 de outubro de 2025.
Professor na Universidade Federal do Amapá, colega querido e competente, deixa um legado de trabalhos em prol da cultura popular e do patrimônio cultural da Amazônia. 
A todos os familiares e amigos, os nossos mais sinceros sentimentos.
Nota de pesar O Comitê de Museus e Patrimônio da Associação Brasileira de Antropologia expressa condolências pelo falecimento do antropólogo José Maria da Silva, em 12 de outubro de 2025. Professor na Universidade Federal do Amapá, colega querido e competente, deixa um legado de trabalhos em prol da cultura popular e do patrimônio cultural da Amazônia. A todos os familiares e amigos, os nossos mais sinceros sentimentos.
4 meses ago
View on Instagram |
6/9
"O Mapeamento das Coleções Etnográficas avança em todo o Brasil! 📑✨ Durante a visita de nossa equipe ao Museu Câmara Cascudo, em Natal (RN), a restauradora Jailma Medeiros @jailma.milton e nosso pesquisador Gilson Mateus @je_suis_gmateus demonstram como é simples e acessível o preenchimento da ficha do Mapeamento. A nossa plataforma torna os acervos acessíveis aos detentores e pesquisadores.
5 meses ago
View on Instagram |
7/9
A equipe do Mapeamento das Coleções Etnográficas no Brasil lamenta a morte da nossa articuladora em Minas Gerais, Lídia Maria Meirelles. 

Com formação interdisciplinar - graduação em Ciências Sociais, Mestrado em Educação e Doutorado em História atou como Coordenadora do Museu do Índio da Universidade Federal de Uberlândia por muitos anos. Teve trajetória docente em  instituições de educação superior de Uberlândia onde foi Secretária Municipal de Cultura (2001- 2003), Diretora de Cultura da UFU (1992-1996). Autora de livros e capítulos de livros sobre Etnologia e Museus.
 
Contribuiu de forma inestimável para o levantamento de museus e coleções etnográficas no Estado de Minas Gerais, onde sempre atuou. Nos deixou jovem, em 06/08/2025. Nossa gratidão a tudo que aprendemos com ela e nossos sentimentos aos familiares.
A equipe do Mapeamento das Coleções Etnográficas no Brasil lamenta a morte da nossa articuladora em Minas Gerais, Lídia Maria Meirelles. Com formação interdisciplinar - graduação em Ciências Sociais, Mestrado em Educação e Doutorado em História atou como Coordenadora do Museu do Índio da Universidade Federal de Uberlândia por muitos anos. Teve trajetória docente em instituições de educação superior de Uberlândia onde foi Secretária Municipal de Cultura (2001- 2003), Diretora de Cultura da UFU (1992-1996). Autora de livros e capítulos de livros sobre Etnologia e Museus. Contribuiu de forma inestimável para o levantamento de museus e coleções etnográficas no Estado de Minas Gerais, onde sempre atuou. Nos deixou jovem, em 06/08/2025. Nossa gratidão a tudo que aprendemos com ela e nossos sentimentos aos familiares.
6 meses ago
View on Instagram |
8/9
🌿✨ Conheça os saberes indígenas sobre a Jurema Sagrada do povo Tapuia Tarairiú do Rio Grande do Norte. Durante as aulas da Licenciatura Intercultural Indígena da UFRN, na Lagoa do Tapará (entre Macaíba e São Gonçalo), as estudantes e professoras indígenas Maria Luciene e Ednete nos mostraram os arbustos da Jurema Sagrada e compartilharam um pouco de sua sabedoria ancestral. 🌱 @liceii.ufrn #rnterraindígena #juremasagrada #povosindigenasdorn
6 meses ago
View on Instagram |
9/9