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Anexos
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Logo - Museu nacional de Belas Artes
00. Dados de Cadastro
Nome do Cadastrador
Responsável Coleta de Dados
Grupo de trabalho
Data de Preenchimento do Cadastro
29 de julho de 2024
01. Dados da Instituição
Nome da Instituição
Museu Nacional de Belas Artes
Breve Descrição da Instituição
Situado no centro histórico do Rio de Janeiro, o edifício de arquitetura eclética projetado em 1908 pelo arquiteto Adolfo Morales de los Rios para sediar a Escola Nacional de Belas Artes, herdeira da Academia Imperial de Belas Artes, foi construído durante as modernizações urbanísticas realizadas pelo prefeito Pereira Passos na então Capital Federal.
Criado oficialmente em 1937 por Decreto do presidente Getúlio Vargas, o Museu Nacional de Belas Artes conjugou a ocupação do prédio com a Escola Nacional de Belas Artes até 1976, quando a EBA foi deslocada para a ilha do Fundão. Neste mesmo ano, com a criação da Fundação Nacional de Arte(Funarte) houve novo compartilhamento.Em 24 de maio de 1973, o edifício da Avenida Rio Branco, 199, foi tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) e a partir de 2003, a imponente construção passou a abrigar na sua totalidade o MNBA.
Avançando na linha do tempo, em 2009 o MNBA foi incorporado pelo Instituto Brasileiro de Museus(IBRAM), autarquia vinculada ao Ministério da Cultura. Hoje é a instituição que possui a maior e mais importante coleção de arte brasileira do século XIX, concentrando um acervo de cem mil itens entre pinturas, desenhos, gravuras, esculturas, objetos, documentos e livros.
A bicentenária Coleção do Museu Nacional de Belas Artes se originou de três conjuntos de obras distintos: as pinturas trazidas por Joaquim Lebreton, chefe da Missão Artística Francesa, que chegou ao Rio de Janeiro, em 1816; os trabalhos pertencentes ou aqui produzidos pelos membros da Missão, entre os quais se destacam Nicolas-Antoine Taunay, Jean-Batiste Debret, Grandjean de Montigny, Charles Pradier e os irmãos Ferrez; e as peças da Coleção D. João VI, deixadas por este no Brasil, ao retornar a Portugal, em 1821. Ocupando atualmente uma área de 18.000 m2, o Museu Nacional de Belas Artes/Ibram/MinC constitui-se num vigoroso centro irradiador de conhecimento e divulgação da arte brasileira.
O Acervo de Arte Africana do Museu Nacional de Belas Artes é composto por 13 Grupos Culturais pertencentes a África Ocidental: Fon, Ashanti, Senufo, Dan, Lunda- quioco, Iorubá, Baulê, Fulani, Bambara, Dogon, Bassa e Bobo- Fang. Correspondem aos atuais territórios de Mali, Burkina Faso, Costa do Marfim, Nigéria, Gana, Benin, Togo, Libéria, Serra Leoa, Senegal, Camarões, Angola e Guiné Equatorial.
Não há registros oficiais de quem ou quando os produziu. Sabe-se apenas que foram adquiridas na década de 1960 diretamente do ex- adido Gasparino da Mata, que as comprou em África. As peças são oficialmente inventariadas e registradas, pertencendo ao IBRAM. Desde os anos 1960 foram realizadas matérias jornalísticas, críticas e mesmo trocas de correspondências. A partir dos anos 80 foram escritos livros e estudos etnológicos sobre as peças da coleção.
Perfil da Instituição
Instituição Pública
Localização da Instituição
Endereço da Instituição
Av. Rio Branco, 199 - Centro - CEP 20040-008
Cidade da Instituição
Rio de Janeiro
Coordenadas Geográficas da Instituição
Material Textual Relacionado ao Acervo ou Coleção
https://www.geledes.org.br/a-colecao-africana-do-museu-nacional-de-belas-artes-do-rio-de-janeiro/
|https://www.gov.br/museus/pt-br/museus-ibram/mnba/assuntos/colecoes/estrangeiras/arte-africana
|https://www.gov.br/museus/pt-br/museus-ibram/mnba/assuntos/colecoes/estrangeiras/arte-africana
|https://seer.ufrgs.br/index.php/iluminuras/article/view/119685
E-mails Institucionais
mnba@antigo.museus.gov.br
Redes Sociais da Instituição
https://www.instagram.com/museunacionaldebelasartes/ | https://www.facebook.com/MNBARio
Telefones Institucionais
55 (21) 3299-0600
Site Institucional
02. Dados do Acervo e/ou Coleção
Tipologia do Acervo ou Coleção
Africano | Afrobrasileiro | Arte e Cultura Popular | Indígena
Suporte Material dos Objetos do Acervo ou Coleção
Povos, Comunidades e Segmentos Sociais de Origem do Acervo ou Coleção
Grupos étnicos não brasileiros > Ashanti, África Ocidental | Grupos étnicos não brasileiros > Bambara, África Ocidental | Grupos étnicos não brasileiros > Bassa, África Ocidental | Grupos étnicos não brasileiros > Baulê, África Ocidental | Grupos étnicos não brasileiros > Bobo-Fang, África Ocidental | Grupos étnicos não brasileiros > Dan, África Ocidental | Grupos étnicos não brasileiros > Dogon, África Ocidental | Grupos étnicos não brasileiros > Fon, África Ocidental | Grupos étnicos não brasileiros > Fulani, África Ocidental | Grupos étnicos não brasileiros > Iorubá, África Ocidental | Grupos étnicos não brasileiros > Lunda-quioco, África Ocidental | Grupos étnicos não brasileiros > Senufo, África Ocidental
Unidade da Federação de Procedência do Acervo ou Coleção
Abrangência Temporal do Acervo ou Coleção
1960
Órgãos ou Conselhos de Patrimônio
Material Audiovisual Relacionado ao Acervo ou Coleção
https://www.youtube.com/watch?v=TmLwtS3wBbo&t=1s
|03. Dados Extras
Notas Gerais Não Especificadas Anteriormente
As coleções de Arte Popular, Arte Indígena e Arte Africana tiveram início entre os anos de 1963 e 1964. Todas foram inicialmente compradas e somam mais de setecentas obras de arte. Posteriormente, essas coleções continuaram a receber doações até os anos 1995 e 2002 respectivamente.
Não há registros oficiais de quem ou quando os objetos do acervo foram produzidos. Sabe-se apenas que foram adquiridas na década de 1960 diretamente do ex- adido Gasparino da Mata, que as comprou em África.
04. Controle de Edição do Cadastro
Editor da Última Modificação
Vitória Lorenzi Corrêa | Lucas Veloso Yabagata
Data da Última Modificação
19 de fevereiro de 2026
Situação do cadastro
Cadastro Completo

