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Mapeamento das coleções etnográficas no Brasil
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Mapeamento das coleções etnográficas no Brasil
  • Rodrigo FreireRodrigo Freire
  • 22 de agosto de 2025

00. Dados de Cadastro

Nome do Cadastrador

Raquel Varela da Silva

Responsável Coleta de Dados

Raquel Varela da Silva

Grupo de trabalho

Região Centro-Oeste

Data de Preenchimento do Cadastro

17 de outubro de 2023

01. Dados da Instituição

Nome da Instituição

Casa Memorial dos Viajantes

Breve Descrição da Instituição

A Casa Memorial dos Viajantes em Diamantino, MT, é um espaço cultural dedicado a preservar e divulgar a memória da cidade. Localizada na antiga Casa Paroquial, construída em 1932, a instituição foi inaugurada em 2007 e é administrada pela Prefeitura Municipal. O memorial possui um acervo diversificado que inclui documentos textuais, fotográficos e filmo gráficos.

Perfil da Instituição

Instituição Pública

Localização da Instituição

Brasil > Centro-Oeste > Mato Grosso > Diamantino

Endereço da Instituição

R. Mal. Rondon, 42, Centro, Diamantino - MT, 78400-000

Cidade da Instituição

Diamantino

E-mails Institucionais

sec.cultura@diamantino-mt.gov.br

Telefones Institucionais

55 (65) 99293-0809

Site Institucional

https://www.diamantino.mt.gov.br

Pessoas ou Setores Responsáveis

Secretaria Municipal de Educação e Cultura

02. Dados do Acervo e/ou Coleção

Tipologia do Acervo ou Coleção

Afrobrasileiro | Arte e Cultura Popular | Extrativista | Indígena

Suporte Material dos Objetos do Acervo ou Coleção

Artefatual | Fotográfico

Povos, Comunidades e Segmentos Sociais de Origem do Acervo ou Coleção

Indígenas > Anunsu/Nambikwara | Indígenas > Apiaká | Indígenas > Boe/Bororo | Grupos de Cultura Popular | Indígenas > Kawaiwete/Kayabí | Indígenas > Paresí

Unidade da Federação de Procedência do Acervo ou Coleção

Mato Grosso (MT)

Endereço para Repositório Online do Acervo ou Coleção

https://www.diamantino.mt.gov.br/casamemorial/

03. Dados Extras

Notas Gerais Não Especificadas Anteriormente

O memorial possui um acervo diversificado que inclui documentos textuais, fotográficos e filmo gráficos. Entre as exposições,
destacam-se: Quarto Típico: Exibe móveis e objetos que pertenceram às famílias tradicionais e novos moradores de Diamantino, refletindo a
diversidade cultural da cidade.
Memória Jesuítica: Traz objetos pessoais dos padres jesuítas que tiveram grande importância na história da educação e das missões
indígenas na região.
Sala de álbuns fotográficos e Recordações: fotos históricas das ações dos governos municipais, livros entre outros;
Memorial Rondon: Expõe fotos do Marechal Cândido Mariano da Silva Rondon (Santo Antônio de Leverger, *1865 /1958), bem como
objetos das linhas telegráfica e mapas. Engenheiro e sertanista brasileiro que recebeu o título de patrono da arma de Comunicações do
Exército Brasileiro;
Memória Indígena:
Sala destinada à memória dos primeiros habitantes da cidade. Nessa sala encontram-se objetos pertencentes a várias etnias
indígenas, entre elas: Kayabi, Xavante, Pareci, Rikbáksta, Haliti, Apiaká entre outros.
Memória ex-intendentes e ex-prefeitos:
Sala destina a memória dos ex-governantes do município, com quadros e objetos pessoais dos ex-prefeitos e ex-intendentes que
governaram Diamantino desde 1942 até a data atual.
Memória Rondon e Roosevelt:
Depois de estar em Diamantino no ano de 1907 para instalações das linhas telegráficas, o famoso desbravador Marechal Cândido
Mariano Rondon retornou ao município, mas desta vez em uma expedição com o ex-presidente dos Estados Unidos (EUA), Roosevelt.
Nessa sala podemos encontrar fotos, mapas, banners e objetos que lembram e contam a história da famosa Expedição Roosevelt –
Rondon ocorrida em 1914.
Corredor:
Nos corredores contém fotos da Missão Anchieta e da Prelazia de Diamantino, fotos da Comissão Rondon, bem como banners com
dados históricos da cidade e de escritores.
Sala de Múltiplo Uso:
Sala onde há móveis, objetos, quadros e fotografias, materiais relacionados com o rico potencial cultural e o cotidiano dos
diamantinenses.
DE MYLENE WIRGUES PAESE sobre a Confecção de viola de cocho no município de Diamantino:

Diamantino cidade histórica, fundada em 18 de setembro de 1728 é marcada por fatos históricos e por ciclos econômicos distintos:
ouro, borracha, diamante, pecuária entre outros. Não esquecendo da cultura local, pois muitas festas de santos são animadas pelos
cururueiros, siririeiros e tocadores de viola de cocho.
A secretaria de Educação e Cultura através do governo municipal de Diamantino- MT compreende que a cultura é um direito elementar
e nos encaminha para a certeza de que a sua implementação irá construir possibilidades de cidadania cultural.
Contudo, o processo de fortalecimento da identidade cultural exige práticas dos poderes públicos que levem os indivíduos a se
reconhecerem política e culturalmente em busca de relações socioculturais que venha ao encontro de suas identidades culturais. O
IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional), o Governo Estadual de Mato Gross, a SEC em parceria com governos
municipais oportunizaram mediante o “Pontão de Cultura” o modo de fazer Viola-de-cocho – patrimônio Cultural do Brasil.
Em 2005, o Modo de fazer a viola de cocho e as manifestações tradicionais do Cururu e do Siriri da Baixada Cuiabana foram
registrados como Patrimônio Cultural do Brasil.
Dentre as ações do Pontão de Cultura, o município de Diamantino – MT ofereceu aos diamantinenses o curso para a confecção de
Viola de cocho, envolvendo mestres e alunos de diferentes faixas etárias.
A viola de cocho é um instrumento de corda rústico produzido a partir da escavação de uma tora de madeira. É a mesma técnica
utilizada na fabricação de cochos, daí o nome da viola. Esse instrumento está presente em várias regiões da Baixada Cuiabana e
proximidades, sendo tocada, principalmente nas diversas festas de santo em Diamantino essa é uma prática cultural cotidiana.
Os diamantinenses tiveram a oportunidade não apenas de aprender a construir a viola de cocho, mas também de aprender a tocá-la.
Essas ações estão incentivando os jovens a dar continuidade na cultura local, possibilitando sua proteção e salvaguardando, em nome
da sociedade brasileira, tradições como o cururu, siriri e o Modo de Fazer Viola de Cocho.

Consta na ficha A que o acervo de mestres do saber popular se refre aos Modos de Fazer Viola de Cocho, cultura local mato grossense.

04. Controle de Edição do Cadastro

Editor da Última Modificação

Raquel Varela da Silva

Data da Última Modificação

17 de outubro de 2024

Situação do cadastro

Cadastro Completo

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